O Município

Dados do município

Dados do município/localização

Fundação: 13/12/1991
Emancipação Política: 20 DE DEZEMBRO
Gentílico: AURORENSE
Unidade Federatíva: BRASIL
Mesoregião: NORDESTE PARAENSE
Microregião: GUAMÁ
Distância para a capital: 205,00

Dados de características geográficas

Área: 1.811.827,00
População estimada: 26546
Densidade: 1.655,00
Altitude: 50
Clima: QUENTE E CHUVOSO
Fuso Horário: UTC-3
O Município de Aurora do Pará foi desmembrado dos Municípios de Irituia e São Domingos do Capim, que por sua vez teve origem ligada às incursões portuguesas nos rios Capim e Guamá, de tal forma que crônicas mais antigas mencionam-se como povoação que foi levada à categoria de freguesia em 06 de junho de 1758, sob o nome de São Domingos da Boa Vista. Nesta condição ficou, passando a fazer parte do Município da Capital a partir de 1833, sendo elevado à categoria de vila em 1890. Foi então criado, a partir dessa vila, o Município de São Domingos da Boa Vista, cujo território foi formado do desmembramento do Município de Belém. A 19 de agosto de 1932, pelo Decreto Estadual de nº 720, passou a denominar-se São Domingos do Capim, formado apenas pelo distrito-sede. Em 1943, com a divisão territorial do Pará, passou a chamar-se apenas Capim, tendo sido reduzido seu território em 1.249 Km², para aumento da área do Município de São Miguel do Guamá Tais cortes foram se sucedendo, sendo que o último deu origem ao Município de Aurora do Pará. Assim como em outros Municípios, passada a fase hidroviária de desenvolvimento, o processo de ocupação do "planalto" com terra firme e matas altas, exemplificado pela antiga vila Aurora ou Km 58, iniciou-se no final da década de 50, quando da abertura da Belém-Brasília, com a exploração de madeira e posteriormente com a agricultura.
O Município de Aurora do Pará foi desmembrado dos Municípios de Irituia e São Domingos do Capim, que por sua vez teve origem ligada às incursões portuguesas nos rios Capim e Guamá, de tal forma que crônicas mais antigas mencionam-se como povoação que foi levada à categoria de freguesia em 06 de junho de 1758, sob o nome de São Domingos da Boa Vista. Nesta condição ficou, passando a fazer parte do Município da Capital a partir de 1833, sendo elevado à categoria de vila em 1890. Foi então criado, a partir dessa vila, o Município de São Domingos da Boa Vista, cujo território foi formado do desmembramento do Município de Belém. A 19 de agosto de 1932, pelo Decreto Estadual de nº 720, passou a denominar-se São Domingos do Capim, formado apenas pelo distrito-sede. Em 1943, com a divisão territorial do Pará, passou a chamar-se apenas Capim, tendo sido reduzido seu território em 1.249 Km², para aumento da área do Município de São Miguel do Guamá Tais cortes foram se sucedendo, sendo que o último deu origem a Ipixuna e Aurora do Pará.

Assim como em outros Municípios, passada a fase hidroviária de desenvolvimento, o processo de ocupação do "planalto" com terra firme e matas altas, exemplificado pela antiga vila Aurora ou Km 58, iniciou-se no final da década de 50, quando da abertura da Belém-Brasília, com a exploração de madeira e posteriormente com a agricultura. A maioria dos trabalhadores era constituída de nordestinos e muitos vinham através dos convites de conterrâneos que já estavam na região considerada por eles como a terra da promissão, o verdadeiro "Eldorado".

Em 1960, muitos deles já haviam abandonado a região, vitimados pela alta incidência de malária, quando começou a chegar nova onda de imigrantes tencionando fixar-se. Entre eles estavam Antônio Alves (conhecido como barbeiro) e mais dois campinenses que fizeram roçados e construíram seus barracos no Km 58. Em 1963, Antônio instalou uma barbearia, o primeiro estabelecimento de serviços da antiga localidade de vila Aurora, em virtude de seu roçado não estar dando resultados suficientemente positivos.

A imigração continuava, sendo constituída principalmente de cearenses e poucos paraenses, que dedicaram-se ao cultivo de algodão e da malva, além do roçado. Com a penetração da colônia japonesa (entre as décadas de 70 e 80) oriundo de Tomé-Açu, face a disseminação da fitopatologia naquela localidade, houve a expansão do plantio de pimenta-do-reino, hoje também em decadência.

Em 1966, a Prefeitura de São Domingos do Capim reivindicou a administração do local, o que resultou em conflitos políticos, chegando a serem usadas correntes para impedir o tráfego de veículos para São Domingos do Capim, estas arrebentadas pelo Prefeito de Irituia, tal fato veio ocasionar o desinteresse pela posse e administração da vila Aurora, pelo então Prefeito de São Domingos.

Em 1972, iniciou-se a demarcação dos limites territoriais dos Municípios, que não foi concluída por desentendimentos políticos entre os dois Municípios, o que novamente resultou no abandono temporário, por ambos, de vila Aurora.

Em 26 de outubro de 1990, a Prefeitura de Irituia através do Ofício nº 080/90, comunica que a área territorial que constituía posse de vila Aurora, passaria a pertencer efetivamente a São Domingos do Capim, inclusive a Escola Estadual Hildeberto Reis. A emancipação do Município de Mãe do Rio foi um fator que acelerou decisivamente o desejo emancipacionista dos aurorenses, o que se deu em conjunto com os outros 22 Municípios, em dezembro de 1991.

Formação Administrativa Elevado à categoria de município e distrito com a denominação de Aurora do Pará, pela lei estadual nº 5698, de 13-12-1991, desmembrado de Irutuia e São Domingos do Capim. Sede no distrito de Aurora do Pará ex-localidade do município de São Domingos do Capim. Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1993.

Em divisão territorial datada de 1-VI-1995, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2005.

O Município de Aurora do Pará é um dos maiores produtores de farinha de mandioca do nordeste paraense, tendo também sua pecuária bastante desenvolvida nesta região. Temos como recursos naturais o minério Caulim, em bastante abundância em nosso município é:

Mesorregião: Nordeste Paraense

Limites : Mãe do Rio, Capitão-Poço, Ipixuna do Pará, Concórdia do Pará

Acesso Rodoviário: BR-010 - na altura do km 263

Distância da Capital: 205 km

Gentílico: Aurorense
A cultura de Aurora do Pará é diversificada, sendo influenciadas por indígenas e imigrantes estrangeiros e nordestinos. A diferenciação cultural dos aurorenses evidencia-se através das manifestações religiosas, da gastronomia, do folclore, danças, músicas, etc. A Cidade situada no nordeste paraense desponta como grande roteiro turístico do Brasil, como rios, igarapés festas tradicionais como cavalgada, vaquejada e quadra junina, gerando uma excelente oportunidade para investimentos turísticos.
O Município de Aurora do Pará foi desmembrado dos Municípios de Irituia e São Domingos do Capim, que por sua vez teve origem ligada às incursões portuguesas nos rios Capim e Guamá, de tal forma que crônicas mais antigas mencionam-se como povoação que foi levada à categoria de freguesia em 06 de junho de 1758, sob o nome de São Domingos da Boa Vista. Nesta condição ficou, passando a fazer parte do Município da Capital a partir de 1833, sendo elevado à categoria de vila em 1890. Foi então criado, a partir dessa vila, o Município de São Domingos da Boa Vista, cujo território foi formado do desmembramento do Município de Belém. A 19 de agosto de 1932, pelo Decreto Estadual de nº 720, passou a denominar-se São Domingos do Capim, formado apenas pelo distrito-sede. Em 1943, com a divisão territorial do Pará, passou a chamar-se apenas Capim, tendo sido reduzido seu território em 1.249 Km², para aumento da área do Município de São Miguel do Guamá Tais cortes foram se sucedendo, sendo que o último deu origem a Ipixuna e Aurora do Pará.

Assim como em outros Municípios, passada a fase hidroviária de desenvolvimento, o processo de ocupação do "planalto" com terra firme e matas altas, exemplificado pela antiga vila Aurora ou Km 58, iniciou-se no final da década de 50, quando da abertura da Belém-Brasília, com a exploração de madeira e posteriormente com a agricultura.
MALÁRIA
Aurora do Pará na década de 60 ainda conhecida por km 58 ou Eldorado, ficou marcada pela grande demanda de imigrantes devido a área grandiosa de matas virgens propicia para o manejo florestal e extração de madeiras para as serrarias que existiam. Mas com o passar do tempo alguns imigrantes iam embora, fugindo da alta incidência de malária que assolava a região, onde chegou a causar várias vítimas fatais.

BANDEIRA DO MUNICIPIO DE AURORA DO PARÁ


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